MUNDO — A lesão de Raphinha durante a vitória do Brasil sobre o Haiti abriu um novo desafio para Carlo Ancelotti na Copa do Mundo de 2026. Considerado pelo treinador como um dos principais jogadores da equipe, o atacante deve desfalcar a Seleção nos próximos compromissos da competição.
A baixa se soma a uma série de problemas enfrentados pelo técnico italiano desde que assumiu o comando da equipe, em maio de 2025. Antes mesmo do Mundial, Ancelotti já havia perdido jogadores importantes por lesão, como Rodrygo, Éder Militão e Estevão, além do lateral Wesley, cortado após sofrer uma lesão muscular no último amistoso preparatório.
Agora, o treinador precisa encontrar uma nova peça para recompor o setor ofensivo diante da Escócia.
Entre as alternativas disponíveis está Luiz Henrique, que vem sendo convocado regularmente e já recebeu oportunidades importantes sob o comando de Ancelotti. O atacante oferece características de velocidade e capacidade de desequilíbrio em jogadas individuais, especialmente contra defesas mais fechadas.
Outra opção é Rayan, que entrou durante a partida contra o Haiti e participou de algumas das principais jogadas ofensivas da equipe. Foi dele, inclusive, o passe para o gol de Endrick que acabou anulado por impedimento.
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O treinador também pode optar por uma mudança mais significativa no sistema ofensivo. Endrick, por exemplo, já atuou aberto pelo lado direito em diferentes momentos da carreira e poderia ganhar uma nova função dentro da equipe. Gabriel Martinelli surge como outra alternativa, apesar de atuar preferencialmente pelo lado esquerdo.
A principal novidade, porém, pode estar no retorno de Neymar. Recuperado de uma lesão na panturrilha, o camisa 10 voltou a treinar com o restante do elenco e, segundo Ancelotti, deve estar à disposição para a partida contra a Escócia.
O retorno do craque acontece justamente em um momento em que a Seleção volta a lidar com problemas físicos em seu setor ofensivo. A expectativa é que o jogador possa reforçar a equipe na reta decisiva da fase de grupos.
Enquanto busca uma solução para substituir Raphinha, Ancelotti tenta manter o Brasil competitivo mesmo sem conseguir contar, em nenhum momento de sua trajetória na Seleção, com todos os principais jogadores disponíveis ao mesmo tempo.
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