Homem é preso suspeito de matar a mãe e colocar corpo em piscina para simular afogamento em Maricá

Redação
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Um homem de 37 anos foi preso em flagrante, no sábado (12), suspeito de asfixiar a própria mãe e colocar o corpo dela dentro da piscina da residência para simular um afogamento, em Maricá, na Região Metropolitana do Rio. A vítima, Verônica Coutinho Barbosa, de 60 anos, apresentava lesões no pescoço compatíveis com esganadura, segundo a Polícia Civil.

O crime foi descoberto após o filho da vítima, de 17 anos, que estava na casa no momento da ocorrência, ouvir a avó pedir socorro. A perícia descartou a possibilidade de afogamento e também identificou traumas no rosto da mulher.

Leonardo Barbosa de Souza Junior foi detido após os trabalhos iniciais de investigação e perícia apontarem que a morte não teria sido causada por afogamento. Conforme a Polícia Civil, o suspeito teria colocado a mãe na piscina depois de cometer a agressão, numa tentativa de fazer parecer que ela havia se afogado.

O adolescente de 17 anos estava na residência quando o crime aconteceu. De acordo com os investigadores, ele ouviu a avó pedir ajuda e posteriormente relatou aos policiais detalhes sobre a violência sofrida pela vítima.

A análise realizada no corpo de Verônica apontou lesões cervicais compatíveis com esganadura, além de traumas na região da face. Os vestígios encontrados levaram os peritos a descartar a hipótese inicial de que a mulher tivesse morrido por afogamento.

Segundo os policiais responsáveis pelo caso, a convivência entre Leonardo e a mãe era marcada por episódios de agressividade. A investigação aponta ainda que o suspeito teria tido um acesso de fúria antes de atacar a vítima.

Leonardo estava desempregado desde o ano passado, quando deixou o cargo que ocupava na Defesa Civil. Ele era filho único de Verônica. Após a prisão em flagrante, o caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Maricá e Itaboraí (DHNSG).

A Polícia Civil continua apurando as circunstâncias da morte e os detalhes da dinâmica do crime. As informações reunidas pela perícia e pelos depoimentos devem integrar a investigação conduzida pela DHNSG.

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