Há 31 anos, Belford Roxo perdia Joca; relembre sua trajetória e morte

Redação
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A história política de Belford Roxo carrega a marca de um dos crimes mais impactantes da Baixada Fluminense. Em 20 de junho de 1995, o ex-prefeito Jorge Júlio Costa dos Santos, o “Joca”, foi assassinado aos 48 anos após ser atingido por 11 tiros. O atentado ocorreu a poucos metros do Palácio Guanabara, na Zona Sul do Rio, no momento em que ele se deslocava para uma reunião com o então governador Marcello Alencar.

Na época do crime, Joca vivia o auge de sua carreira e despontava como uma das principais e mais promissoras forças políticas de toda a Baixada Fluminense. Sua liderança havia sido chancelada nas urnas de forma expressiva, tendo sido eleito para comandar o município de Belford Roxo com uma votação histórica de mais de 76 mil votos.

Mesmo após 31 anos do episódio, a relevância de Joca ainda repercute entre os moradores. Ele se tornou uma figura popular na cidade pela facilidade em dialogar com a população e pela postura firme na busca por investimentos para a região, que na época enfrentava os desafios de sua recente emancipação.

Para a sociedade belford-roxense, aquele atentado não foi apenas um ataque a uma autoridade, mas o encerramento abrupto de um projeto que gerava grande expectativa de transformação social e econômica.

Ao alcançar a marca de 31 anos de sua morte, a data serve como um momento de reflexão e homenagem. Embora a violência tenha silenciado a atuação de Joca na vida pública, sua contribuição e sua expressiva trajetória permanecem registradas como um capítulo fundamental na construção da identidade e da memória de Belford Roxo.

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