CAIRO — A Federação Egípcia de Futebol criticou as decisões da arbitragem após a derrota do Egito por 3 a 2 para a Argentina, nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. A entidade afirmou que não ficará calada diante do que classificou como uso indevido do VAR durante a partida.
O Egito vencia a atual campeã mundial por 2 a 0 até os minutos finais, mas sofreu três gols na reta decisiva e acabou eliminado da competição.
A principal reclamação envolve um gol de Mostafa Zico, aos 17 minutos do segundo tempo, que ampliaria a vantagem egípcia. O lance foi anulado após revisão do VAR, que apontou falta de um jogador do Egito na origem da jogada.
A frustração aumentou no fim da partida, quando a seleção egípcia reclamou de um possível pênalti sobre Hamdy Fathy. O lance não foi marcado, e a Argentina avançou em seguida para fazer o gol da virada aos 47 minutos do segundo tempo.
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Em comunicado publicado nas redes sociais, a federação afirmou que decisões importantes levantaram dúvidas sobre a consistência e a imparcialidade da arbitragem.
O técnico Hossam Hassan e o capitão Mohamed Salah também demonstraram insatisfação após a eliminação.
Segundo a imprensa internacional, o presidente da federação egípcia, Hany Abo Rida, apresentou uma reclamação oficial contra o árbitro francês François Letexier e seus assistentes.
Até a última atualização, a Fifa ainda não havia se manifestado sobre o caso.
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