Endrick diz estar pronto para ser titular contra a Noruega, mas deixa decisão nas mãos de Ancelotti

Redação
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COPA DO MUNDOEndrick vive a expectativa de ganhar uma oportunidade como titular da Seleção Brasileira no duelo contra a Noruega, pelas oitavas de final da Copa do Mundo, no próximo domingo (5). O atacante é uma das opções de Carlo Ancelotti para substituir Lucas Paquetá, mas afirmou que vai aguardar a decisão do treinador com tranquilidade.

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Em entrevista coletiva, o jogador destacou que todos os atletas do elenco estão preparados para atuar e disse se sentir pronto caso seja escolhido. “Estou muito agradecido de estar aqui, para mim já é uma vitória estar com esse grupo disputando uma Copa. Tem 26 jogadores que estão loucos para jogar e todos estão preparados. Também estou muito preparado. Vou esperar, o Mister vai fazer a melhor coisa para a equipe”, afirmou.

O atacante também admitiu que foi surpreendido ao ser chamado para entrar no intervalo da vitória por 2 a 1 sobre o Japão. Segundo ele, estava no banco torcendo pelos companheiros quando recebeu a orientação da comissão técnica. “Não esperava entrar. No intervalo, eles me chamaram e eu só sabia conversar com Deus pedindo calma. Tentei ficar o mais tranquilo e fazer meu jogo”, contou.

Contra os japoneses, Endrick atuou mais centralizado, como camisa 9, buscando espaços entre os zagueiros e ajudando a abrir caminhos para a equipe. O jogador avaliou que conseguiu contribuir com movimentações importantes, inclusive no lance que abriu espaço para Casemiro marcar.

Apesar de também poder atuar aberto pelo lado direito, função que já desempenhou no Lyon, o atacante reconhece que pode ter mais oportunidades na Seleção como centroavante. “O Mister sabe minhas qualidades. Quando ele falar para eu fazer alguma coisa, não vou olhar para trás, só vou fazer”, afirmou.

Endrick também falou sobre a relação com Carlo Ancelotti e negou que tenha pouco espaço com o treinador. O atacante lembrou que trabalhou com o italiano no Real Madrid e disse ter aprendido muito com ele e sua comissão técnica. Para o jovem, a convivência com Ancelotti tem sido positiva desde sua chegada à Europa.

Fora de campo, o jogador revelou que busca aprender com atletas mais experientes do grupo, como Neymar, Marquinhos, Casemiro e Alisson. Segundo Endrick, conversar com líderes da Seleção ajuda a amadurecer e a entender melhor os caminhos para crescer na carreira.

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