NILÓPOLIS — A Diocese de Nova Iguaçu lamentou a morte do 2º sargento da Marinha Yuri Cardoso Dias Barreto, de 38 anos, morto a tiros na noite de quinta-feira (27), em frente a uma oficina no bairro Olinda, em Nilópolis, na Baixada Fluminense.
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O sepultamento acontece na tarde deste sábado (29), no Cemitério Ricardo de Albuquerque, na Zona Norte do Rio.
Nas redes sociais, Dom Gilson Andrade da Silva fez um apelo contra a naturalização da violência e prestou solidariedade à família do militar.
“Não podemos nos acostumar com a morte e nem naturalizar a violência. Cada vida perdida é uma família ferida e uma história interrompida”, afirmou.
A Diocese também defendeu a união entre autoridades e sociedade para enfrentar a violência e garantir mais segurança à população da Baixada Fluminense.
Yuri deixa mulher e dois filhos. A esposa do militar atua como agente da Pastoral da Comunicação da Paróquia Nossa Senhora Aparecida, em Nilópolis.
A escola frequentada pelos filhos de Yuri também publicou uma nota de pesar e descreveu o sargento como um “pai exemplar” e integrante querido da comunidade escolar.
O crime aconteceu na Avenida Roberto Silveira, em frente à estação de trem de Olinda. Segundo relatos de testemunhas, criminosos passaram em um carro e efetuaram diversos disparos na direção de pessoas que estavam próximas à oficina.
Yuri teria ido ao estabelecimento porque sua motocicleta apresentava um problema e aguardava a avaliação de um funcionário quando foi atingido.
O militar não resistiu e morreu no local. As circunstâncias do ataque e a identificação dos responsáveis deverão ser apuradas pelas autoridades.
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