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Estado do Rio – Mais de 50 médicos-veterinários atuam na Defesa Agropecuária do Estado do Rio de Janeiro, participando de ações de prevenção e controle de doenças, fiscalização sanitária e inspeção de produtos de origem animal. O trabalho é realizado em diferentes regiões do estado por meio de 26 Núcleos de Defesa Agropecuária.
A atuação dos profissionais vai além do atendimento clínico aos animais. Eles participam da vigilância epidemiológica, de programas oficiais de saúde animal, de fiscalizações em propriedades rurais e estabelecimentos que produzem ou comercializam produtos de origem animal, além de ações de orientação aos produtores.
As atividades são coordenadas pela Superintendência de Defesa Agropecuária, por meio das Coordenadorias de Defesa Sanitária Animal e de Inspeção de Produtos de Origem Animal. Entre as atribuições está a execução, no território fluminense, de programas nacionais voltados à prevenção, ao controle e à erradicação de doenças que podem afetar os rebanhos, a produção agropecuária e a saúde pública.
A vigilância permanente permite identificar possíveis riscos e adotar medidas diante de suspeitas sanitárias. Em situações emergenciais, os médicos-veterinários também podem atuar na investigação e no controle de ocorrências que representem ameaça à saúde dos animais ou à cadeia produtiva.
Educação sanitária
Outra frente de atuação é a Educação Sanitária, que aproxima os profissionais dos produtores rurais e de outros públicos, como agentes de saúde, jovens e crianças.
Por meio de atividades educativas, são transmitidas informações sobre prevenção de doenças, boas práticas de produção e cuidados sanitários. A iniciativa busca ampliar o conhecimento sobre a importância da prevenção e contribuir para uma atividade agropecuária mais segura e sustentável.
Presença em todo o estado
Os 26 Núcleos de Defesa Agropecuária funcionam como pontos de atuação da estrutura estadual, permitindo a realização de ações de vigilância, fiscalização, orientação e atendimento em diferentes regiões fluminenses.
A presença dos médicos-veterinários no campo e nos estabelecimentos ligados à produção e comercialização de produtos de origem animal contribui para o acompanhamento contínuo da saúde dos rebanhos e para a segurança dos alimentos que chegam aos consumidores.
As informações foram divulgadas pela Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca, Abastecimento e Desenvolvimento do Interior em referência ao Dia do Médico-Veterinário, celebrado nesta quarta-feira (9).
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