Foto: Clara Preta/Smas/Secom/PMVR
Reencontro foi celebrado na terça-feira (21), quando a usuária foi recebida pelo prefeito Antonio Francisco Neto em seu gabinete
Volta Redonda – Uma moradora da Residência Inclusiva de Volta Redonda voltou ao convívio familiar após um processo de reintegração conduzido pela Secretaria Municipal de Assistência Social (Smas). Aos 58 anos, a mulher, acolhida desde maio de 2023, passará a morar com a irmã, encerrando um ciclo marcado pelo acompanhamento técnico e pelo fortalecimento dos vínculos familiares.
O reencontro foi celebrado na terça-feira (21), quando a usuária foi recebida pelo prefeito Antonio Francisco Neto em seu gabinete. Em seguida, moradores e profissionais da Residência Inclusiva participaram de uma confraternização de despedida.
Mantida pela Prefeitura, a Residência Inclusiva integra a Proteção Social Especial de Alta Complexidade do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e atende jovens e adultos com deficiência em situação de dependência que não possuem condições de autossustentação ou apoio familiar. Além do acolhimento, o serviço busca promover autonomia e, sempre que possível, viabilizar o retorno ao convívio familiar.
Segundo a prefeitura, a usuária foi acolhida por determinação judicial e recebeu acompanhamento contínuo de psicólogos, assistentes sociais e cuidadores. Após uma nova decisão da Justiça, teve início um trabalho de cerca de três meses junto à família, com visitas gradativas, mediação de conflitos e fortalecimento dos laços afetivos.
A equipe técnica avaliou que havia condições para o retorno da mulher ao convívio da irmã, garantindo que a reintegração ocorresse de forma segura e planejada.
O prefeito Antonio Francisco Neto destacou que o objetivo da Residência Inclusiva vai além do acolhimento. Segundo ele, promover o retorno de um usuário ao ambiente familiar representa a concretização de um trabalho voltado à proteção e à reconstrução de vínculos.
A coordenadora da unidade, Flavia Roberta, afirmou que a reintegração familiar exige planejamento, escuta e responsabilidade, enquanto a subsecretária de Assistência Social, Larissa Garcez, ressaltou que o processo representa a efetivação do direito à convivência familiar e comunitária previsto no Suas.
Para a administração municipal, a reintegração simboliza um novo começo para a usuária e reforça o papel da assistência social na reconstrução de histórias e no fortalecimento dos vínculos familiares.

