RIO DE JANEIRO (RJ) – A morte do cineasta e produtor Luiz Carlos Barreto, aos 98 anos, comoveu a classe artística nesta quarta-feira (22). Nas redes sociais e em entrevistas, atores, diretores e familiares prestaram homenagens a Barretão, considerado um dos maiores nomes da história do cinema brasileiro.
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A atriz Fernanda Torres relembrou a importância do produtor em sua trajetória. “O maior. Devo a ele a minha entrada no cinema, e o cinema deve a ele tudo”, escreveu nas redes sociais.
Já Fernanda Montenegro destacou o legado deixado por Barretão para a cultura nacional. “Luiz Carlos Barreto foi e é, para sempre, o corajoso desbravador e realizador da cultura cinematográfica do Brasil. Não há reposição de peça”, afirmou.
Em entrevista à GloboNews, o ator Matheus Nachtergaele disse que a história do cinema brasileiro não seria a mesma sem o produtor e lembrou que iniciou sua carreira no cinema em “O Que É Isso, Companheiro?”, dirigido por Bruno Barreto, filho de Luiz Carlos.
“Ele produziu, dirigiu, fotografou alguns dos maiores filmes do cinema brasileiro. É um dia de luto para o Brasil, não só para o cinema”, declarou.
A atriz Claudia Abreu, que trabalhou com Barretão em “O Que É Isso, Companheiro?”, também prestou homenagem. Ela recordou a campanha do filme ao Oscar e destacou a parceria entre Luiz Carlos e Lucy Barreto na defesa do cinema nacional.
O ator Miguel Falabella lembrou a convivência com o produtor e agradeceu pelo carinho que recebeu ao longo dos anos. Já Gloria Pires compartilhou uma foto ao lado de Barretão e escreveu: “Barretão, guerreiro do cinema brasileiro, descanse em paz. Aqui, meu amor à família Barreto, que é um pouco minha também”.
O diretor e roteirista José Joffily afirmou que Barretão era uma liderança inspiradora e uma referência para o audiovisual brasileiro, enquanto a jornalista Simone Zuccolotto destacou o acolhimento recebido da família Barreto ao longo da carreira.
O músico Gabriel Barreto, neto do cineasta, também publicou uma mensagem de despedida. “Ele foi um gigante para nossa família e para o Brasil. Ele era uma estrela polar para mim. Meu Deus, vovô, que saudades”, escreveu.
Além das homenagens de artistas, o Grupo Estação, maior rede de cinemas de rua do Rio de Janeiro, lamentou a morte do produtor e agradeceu sua contribuição para o cinema brasileiro.
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