OAB-RJ oferece curso gratuito para formação de delegados de Direitos Humanos

Redação
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Foto: Bruno Mirandella/OAB-RJ

Rio de Janeiro – A Seccional Rio de Janeiro da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-RJ) está com inscrições abertas para o III Curso de Formação de Delegados de Direitos Humanos. Promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária (CDHAJ), a capacitação é gratuita e destinada a advogados regularmente inscritos na Ordem.

O curso tem como objetivo ampliar o conhecimento sobre a promoção e a proteção dos direitos humanos, além de fortalecer a análise crítica e a atuação profissional na área. Os participantes que concluírem todas as atividades previstas receberão o título de delegado de Direitos Humanos da comissão.

As inscrições podem ser feitas até o dia 27 de julho, por meio do portal da OAB-RJ. Para participar, os candidatos devem preencher o formulário de inscrição e anexar CPF, documento de identidade, diploma, certidão ou declaração de conclusão do curso de Direito, histórico escolar completo e carteira da OAB-RJ.

As aulas serão realizadas no dia 30 de julho, das 9h às 18h. Ao todo, estão disponíveis 33 vagas, sendo sete reservadas para candidatos negros, indígenas e pessoas com deficiência, conforme previsto no edital.

O resultado preliminar da seleção será divulgado em 28 de julho, enquanto o resultado final está previsto para 29 de julho.

A seleção dos participantes será feita com base no maior coeficiente de rendimento do histórico escolar da graduação em Direito apresentado no momento da inscrição. Em caso de empate, será considerada a maior idade dos candidatos.

Atuação dos delegados

Além da conclusão do curso, os futuros delegados deverão cumprir algumas atividades junto à Comissão de Direitos Humanos e Assistência Judiciária, como participar de, pelo menos, três plantões, permanecer de sobreaviso para mobilizações e atuar, quando necessário, em demandas contenciosas em nome da comissão.

Entre as atribuições dos delegados estão a busca por medidas protetivas para pessoas com direitos fundamentais ameaçados, a atuação junto aos Poderes da República e órgãos públicos e a prestação de orientação jurídica, quando solicitada pela presidência da comissão.

 

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