CABO FRIO — A mãe Amanda Sander denunciou, em entrevista ao Portal RLagos Notícias, que o filho dela, Noah, de apenas 3 anos, teria sido retirado da Escola Canto dos Pássaros, em Cabo Frio, por um homem desconhecido e sem autorização da família.
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Segundo Amanda, o caso só teria sido percebido pela escola quando os responsáveis chegaram à unidade para buscar a criança e foram informados de que o menino não estava mais no local.
“Nosso filho de 3 anos foi pego por um desconhecido na Escola Canto dos Pássaros, em Cabo Frio. A escola só percebeu o erro quando chegamos para buscá-lo e ele não estava na escola”, relatou a mãe.
A família afirma que, desde então, vive um trauma e cobra respostas da instituição. Segundo Amanda Sander, a escola teria reconhecido o erro e a responsabilidade, mas não teria oferecido suporte adequado à criança e aos responsáveis.
“Desde então estamos vivendo no trauma, sem qualquer amparo da escola, que está tratando a situação de forma institucional, jurídica e totalmente desumana”, afirmou.
Ainda de acordo com a mãe, a família tentou preservar o caso e minimizar os danos ao filho, mas passou a cobrar publicamente explicações diante do que considera descaso.
Amanda afirma que a escola levou 15 dias para responder aos pedidos da família e teria negado o custeio ou ressarcimento de tratamento psicológico.
Outro ponto levantado pelos responsáveis é a falta de acesso às informações completas sobre o caso. A família diz que ainda não sabe por quanto tempo Noah ficou fora da escola e afirma que não teve acesso às imagens de segurança, documentos e registros eletrônicos que poderiam comprovar a saída da criança.
“Não sabemos até o momento quanto tempo nosso filho ficou fora da escola. Nos negaram acesso às imagens e documentos dos meios eletrônicos que comprovariam a saída”, declarou a mãe.
Segundo a família, o caso teria sido tratado como “fato atípico” no boletim de ocorrência, o que gerou ainda mais revolta entre os responsáveis, que pedem apuração mais rigorosa.
Amanda Sander também criticou uma proposta apresentada pela instituição, que, segundo ela, não seria compatível com o impacto emocional causado à família.
“Nosso maior desejo era restabelecer a relação com a escola, para minimizar os danos para o Noah, mas infelizmente estamos recebendo descaso”, afirmou.
A família diz possuir provas e pede apoio das autoridades, da imprensa e da sociedade para que o caso seja apurado com seriedade.
A denúncia reacende o alerta sobre protocolos de segurança em escolas particulares e o controle de entrada e saída de crianças, especialmente alunos da primeira infância.
Até o momento da publicação, a Escola Canto dos Pássaros ainda não havia se manifestado publicamente sobre as acusações feitas pela família.
O espaço segue aberto para posicionamento da instituição e de todas as partes envolvidas.
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