RIO DE JANEIRO — A Câmara Municipal do Rio de Janeiro encerrou a sessão desta quinta-feira (11) após apenas 15 minutos de duração por falta de quórum para votação dos projetos em pauta.
Com isso, a apreciação das propostas legislativas, incluindo o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027, foi adiada para a próxima sessão, marcada para terça-feira (16).
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Os trabalhos começaram às 11h com a análise de requerimentos, entre eles pedidos de concessão de honrarias como a Medalha Pedro Ernesto.
Quando a ordem do dia seria iniciada, vereadores utilizaram o microfone para tratar de outros assuntos antes da votação dos projetos.
O vereador Alexandre Isquierdo Poubel (PL) voltou a fazer críticas ao deputado federal e ex-secretário municipal de Saúde Daniel Soranz (PSD), acusando-o de influenciar a destinação de recursos da saúde municipal.
Na sequência, o vereador Marcelo Diniz (PSD) afirmou ter formalizado sua retratação pelas declarações feitas contra Soranz durante sessão anterior, quando utilizou expressões consideradas ofensivas e homofóbicas.
Já o vereador Salvino Oliveira (PSD) criticou a atuação da plataforma Airbnb e cobrou regras mais rígidas para o funcionamento do serviço na cidade.
Logo depois, o próprio parlamentar solicitou a verificação de quórum.
A conferência apontou a presença de apenas 10 dos 51 vereadores, número insuficiente para a continuidade da sessão.
Diante do resultado, o presidente em exercício da sessão, Átila Nunes (PSD), encerrou os trabalhos.
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